13 Jul

Em assembleia eletiva, SINAIT defende a expertise da entidade para integrar a Conatrae para o Biênio 2022-2024

Publicada em: 13/07/2022

Por Solange Nunes

O vice-presidente do SINAIT, Carlos Silva, defendeu a expertise da entidade no combate ao trabalho escravo durante a Assembleia de eleição para as entidades da Sociedade Civil componentes da Conatrae - Biênio 2022-2024, nesta quarta-feira, 13 de julho, durante encontro virtual. A dirigente do Sindicato Nacional Vera Jatobá também participou da reunião.

A abertura da assembleia e as defesas das entidades foram coordenadas pelo secretário nacional da Conatrae, Eduardo Miranda Freire de Melo. Na ocasião, o secretário informou que o link de votação digital estava disponível das 14h30 até 23h59 desta quarta-feira. O resultado final será divulgado na sexta-feira, 15 de julho.

De acordo com Carlos Silva, que defendeu a inclusão do SINAIT na Conatrae e pediu votos aos parceiros durante a reunião, são mais de 30 anos, o Sindicato Nacional fazendo gestões na luta de combate ao trabalho escravo e na defesa do trabalhador brasileiro.

O vice-presidente destacou ainda os desafios da elaboração e criação dos grupos móveis, em 1995, quando Vera Jatobá, então secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, atual diretora do SINAIT, desenvolveu sistemática de atuação dos grupos móveis, coordenados por Auditores-Fiscais do Trabalho. Lembrou ainda que a diretora do SINAIT foi responsável pela primeira Instrução Normativa Intersecretarial nº 1, de 24 de março de 1994, que trouxe a garantia dos direitos do trabalhador rural, além de levar dignidade aos trabalhadores.

Pontuou que o SINAIT mantém uma atuação persistente na defesa do conceito do TAE, da lista suja e da estrutura do Sistema Federal de Inspeção do Trabalho, dentro e fora do Parlamento, com inafastável compromisso assumido pelas diretorias do SINAIT nas gestões que se sucedem desde sua criação em 1988.

Além disso, Carlos Silva citou o protagonismo do Auditor-Fiscal do Trabalho no desenvolvimento das ações previstas no Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, “Nós temos um papel híbrido na condição de representantes da sociedade civil organizada: além de sociedade civil, nós também estamos na linha de frente na execução das ações de combate ao TAE”.

Após as explanações, a assembleia foi encerrada, e o resultado será divulgado na sexta-feira, 15 de julho.